A+B Solo - Mentiras Ao Vivo 2016 - 61

Com este terceiro trabalho do A+B Solo, volto ao blog e gostaria de apresentar o novo som: 

"Mentiras Ao Vivo", mais (+) uma empreitada que venho compartilhar com quem passa por aqui...

 A+B Solo

Abaixo os links para download e ouvir:

  Este CD do A+B Solo, é sobre mentiras e verdades, um dos assuntos que mais me rendem o sentimento de que estou assinando em baixo o que faço.
       A aposta no som ao vivo nunca foi pelo fator de praticidade, mas por acreditar na força dos arranjos e textos contidos nas músicas que compõe e são a essência deste álbum.
      "Entre as mentiras perco minhas palavras, alma, gesto e ritmo. Nada que a verdade não cure."
ÂBS.

Ouça aqui:



A+BraçoS


"Absolutum Est Casualis" 24-11-2016


A+B Solo - Mentiras Ao Vivo 2016 - 61

Com este terceiro trabalho do A+B Solo, volto ao blog e gostaria de apresentar o novo trabalho: 

"Mentiras Ao Vivo", mais (+) uma empreitada que venho compartilhar com quem passa por aqui...

 A+B Solo

Abaixo os links para download e ouvir:

  Este CD do A+B Solo, é sobre mentiras e verdades, um dos assuntos que mais me rendem o sentimento de que estou assinando em baixo o que faço.
       A aposta no som ao vivo nunca foi pelo fator de praticidade, mas por acreditar na força dos arranjos e textos contidos nas músicas que compõe e são a essência deste álbum.
      "Entre as mentiras perco minhas palavras, alma, gesto e ritmo. Nada que a verdade não cure."
ÂBS.

Ouça aqui:



A+BraçoS


"Absolutum Est Casualis" 24-11-2016


A+B Solo - CD Lado A+ 2015 - 60

          De volta ao blog gostaria de apresentar o novo CD: 
"Lado A+", mais (+) uma empreitada que venho compartilhar com quem passa por aqui...

Abaixo os links para download e ouvir:

  Este é o segundo CD do A+B Solo, e no que nos compete escolhemos sonoridades mais brasileiras para este som, e para isso convidamos alguns músicos/amigos para fazer parte desse registro que a muito tentamos concluir.
"A viola, o violão e a clarineta de Marcelo Marzano, e mais (+)guitarra e arranjos, as flautas de Arlindo Medeiros, as guitarras de Wanderson Rodrigues, Carlos Alberto 'Caló' e Fabiano Fróes, as lindas e marcantes vozes de Adriano Borçari, Mariana Scapolatempore e Christian Marquezini, juntos nesse mesmo álbum me dão o prazer e o sentimento de que fizemos misturas culturais e estilísticas dignas de serem ouvidas."

      "E novamente faço dessas canções minhas palavras, alma, gesto e ritmo."

ÂBS Lado A+.

Ouça aqui:






"Absolutum Est Casualis" 16-12-2015


+ Uma Do Tempo... - 59

          No tempo das bruxas sempre alguém ardia na fogueira para que outros fossem heróis, e assim uns se queimam e outros continuam se dando bem, me parece estranho que com o decorrer do tempo mais pessoas se queimem e um número muito pequeno ainda sejam considerados heróis, deve ser a lei da natureza. Fogo e água.
          O tempo passou e ainda passa por nós, muitas informações passam sem serem notadas, quando por fim somos obrigados a acreditar no que está escrito, poucas mudanças "desde os tempos mais remotos" I.M. Em tempos de velocidade e profusão de notícias e conhecimentos, somos quase forçados a fazer escolhas sobre que tipo de meio seguir e como deve ser a comunicação, e em certos momentos chegamos a entender que só existe um modo de participar, uma via tecnológica se abre e assume os controles; perde-se o propósito e ganha-se em agilidade, ficam deficientes a proficiência e a profundidade do conteúdo, mas quem se importa!? No fim das contas, as contas já não se somam e fica tão fácil ser superficial, percebemos o quanto somos visuais indo em busca do mais belo não do mais certo, trocamos o certo pelo duvidoso, pelo incerto, pela maldade, pela ignorância, pela falsidade, pelo novo feio que é na verdade o novo belo.
          Ser sincero ainda conta e muito, o "falar por falar" é um facilitador, mas duvido que alguém veja qualidades em mentiras e dissimulações, fingimentos, e a arte não precisa desse tipo de fator humanizador. Não precisamos de mais falsificações e cópias mal feitas, modismos e falta de assunto; também não vejo como reinventar a roda, portanto aplaudir junto com a multidão não faz muito sentido, puxar o coro das palmas é pra poucos.


Obs. Solo A+:
          Podemos incinerar o que não presta e até o inútil, e assim sempre haverá uma fogueira sendo alimentada, ardendo onde quer que precisemos, haverá sempre o que ser expurgado e sempre o quem dê a cara à tapa para tal.

Obs. Solo +B:
        Gostaria de aproveitar para convidar a todos para comparecer ao Festival de música no Berimbau Circo Bar. Em Fase de eliminatórias.


A+BraçoS e Sorte!

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"Absolutum Est Casualis" 12-12-2014

Partindo do Princípio + Uma Vez - 58

         Algumas vezes quando achamos que temos escolhas acabamos sendo escolhidos, e quando achamos que temos controle somos fatalmente controlados, seja pela moda e daí pela mídia de rádio e TV. Historicamente voltar no tempo é uma maneira de compreender os acontecimentos e tentar delinear o futuro ou o novo caminho que seja. Sobre a causa primeira do meu "gostar de música", posso dizer que fui impulsionado pela beleza das melodias que passei a admirar, um pouco mais adiante nessa linha do tempo a interação humana.

         Quando eu era (+) jovem e comecei a querer tocar violão, logo já sonhava em ter uma banda, depois sonhei em ter uma banda de heavy metal (que não vingou), depois acabei montando uma banda de música rock, mas que já era um rock transgredido, uma coisa já bem modificada, do que o que alguém poderia chamar de rock clássico, e esse rock clássico, pra dizer a verdade nem sei o que seria de verdade, pois quando ouvi rock a primeira vez, já existia um tipo de rock muito forte aqui no Brasil, e foi esse rock que conheci, o que conheci naquela época não foi nada de rock clássico, com aquela idade sei lá o que seria rock clássico, achava que rock clássico devia ser algo com violinos e orquestra, ou alguma coisa do tipo. 
        O rock que conheci já era um estilo adulterado, transformado, popular e com essa intenção de ser comercial, com uma cara bem brasileira e que não se faz mais. Era com certeza algo diferente do que acabei descobrindo bem depois na busca do rock clássico, então posso dizer que também não vi mais novidade a partir dessa época. O que faço hoje é tocar músicas que eu gostava de ouvir em casa e por esse motivo me sinto à vontade de estar tocando. O que conheço hoje de rock clássico é algo já muito estudado por mim e por tantos, e que me foi apresentando por gente que já vinha ouvindo e estudando antes de mim, e foi nessa busca de querer entender o que era o tal rock clássico, que ainda posso dizer: me sinto livre pra tocá-lo sem pensar em representá-lo.

Obs. Solo A+:
         Muitos dos meus sonhos se tornaram realidade, hoje sonho com a soma(+) de ideias, ideais, sons e pessoas, e digo mais (+), conteúdo dessas misturas é importante em qualquer época.

A+BraçoS

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"Absolutum Est Casualis" 21-11-2014

Tentando Juntar A+(?)+B - 57

         Deve estar acontecendo algo que não estou ciente/consciente quanto à raça humana, sociedade civil, perdidos e antropologicamente cada vez mais ignorantes, calma, calma... No sentido mais correto da palavra, lógico, inclusive etimologia e tudo mais.



        Analfabetos culturais por convicção e autodidatas (ignorantes por conta própria). Não ouvem, não falam, nem participam dos acontecimentos. Eles não sabem que a queda da arte, o preço dos ingressos, das aulas, dos instrumentos, das cordas para os instrumentos, dos pratos de bateria, dos livros e discos, dependem diretamente das decisões e escolhas do público.
          O analfabeto cultural é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que não "entende nada". Não sabe o imbecil que, da sua ignorância, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais. Adaptado de B.B.

"A sabedoria é áspera quando carece de polimento" B.G.

Obs. Solo A+:
          Tudo bem! Mesmo desconhecendo o que esteja acontecendo, e nesse caso se alguém tiver algo de concreto sobre o assunto me avise, o bom senso deve ser o guia, e tentar evitar o que é o fútil e desmerecedor, falastrão e de falso entendimento, frases soltas em redes sociais. Ctrl+C / Ctrl+V (cópias) de conhecimento e que não entendem de onde vem e para onde vão. Lamentavelmente não sabemos mais ouvir e/ou dialogar, pensar e ter opiniões sobre assuntos corriqueiros, medo de falar e parecer superficial. Comecemos pelo básico, enaltecer pequenos feitos e relembrar gestos importantes, mesmo que não sejam tão desafiadores a capacidade intelectual de cada um, comunicação e simplicidade, nada de simplório ok! Apenas o simples.

Quer ver o mundo? Abra os olhos e olhe a sua volta!

A+BraçoS

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"Absolutum Est Casualis" 07-11-2014


+ Sobre o Lo+Fi 2014

        Enquanto gravava e mixava o CD Lo+fi, tentava ter uma resolução melhor das músicas que fiz e acabei escrevendo esta auto-entrevista que segue abaixo e compartilho por aqui:

A+B Solo: Auto-entrevista [15-03-2014]

>>Sobre o que são suas músicas? O que eles significam pra você?

ÂBS: Basicamente sobre observação das pessoas mesmo... o que vejo na rua e onde ando. Daí também a ideia de ter uma música com o subtítulo de "Arcano Moderno". Posso dizer que as músicas são uma forma de me expressar. Há quem goste de falar, ou pintar..., eu faço canções, acho os textos bem claros e falam por si mesmos. Mas tem que ler de mente aberta sem previas interpretações, porque senão vira comparação a massificação.

>>Por que "Lo+Fi"? De onde veio esse nome?

ÂBS: Veio inicialmente por que estava ouvindo uma dupla que se chama "The Black keys", onde as músicas são feitas inteiramente por esses dois músicos... que acredito estarem dentro desse estilo que foi muito difundido nos anos 80 pelos Djs norte americanos, e tinham essa ideia de lançar suas músicas, mas não tinham dinheiro para pagar estúdios de gravação numa época que ainda estavam longe dos "home studios". Então eles abaixavam a qualidade da gravação para dar vazão a grande quantidade de material e criatividade. O Low Fidelity (Lo-Fi) é como se fosse o novo Hi-fi, como faziam as bandas de jazz dos anos 50 e 60. Usei pouco equipamento pra gravar e mixar e assim poder me encaixar nesse esquema.

>>O que é aquele som no início da música "Rádio Amador"? É código Morse?

ÂBS: Sim, isso mesmo, é uma coisa que me deixava curioso também desde criança, pois se você pegar um rádio na faixa AM e girar o botão de mudar a estação e for até o final das faixas, provavelmente vai ouvir esse mesmo som que é chamado Rádio Farol. Ah! Isso se você morar em Belo Horizonte e região, pois o código sinaliza: BHZ. Daí me faz pensar quanta mensagem tem por aí pelo ar... Essa é sobre o tempo que passa sem que a gente perceba muito. E o rádio é o meio de comunicação dos mais rápidos do mundo, é o ícone máximo da informação. A palavra falada ainda hoje tem um poder único. Essa música também é uma homenagem aos discos de rock progressivo que gosto.

>>Quantos instrumentos você tocou? E quais?

ÂBS: Ao todo seis instrumentos, violão de 6 e 12 cordas, mandolin (que é o parente gringo do bandolim), harmônica, teclado, baixo e guitarra.
Gravei também alguma coisinha de percussão, mas a parte das baterias foram gravadas pelo meu amigo e parceiro de longa data o Igor Monteiro, ah, e ele fez uma letra também da música "Mais Uma Do Tempo".

>>Pois é... Na música "Mais Uma do Tempo" o Igor e você assinaram a composição, como é essa parceria entre vocês?

ÂBS: Esse é um caso particular, pois em 1996 o Igor me deu essa letra pra eu musicar e até cheguei a fazer uma versão na época, mas num gostei muito, acho que o arranjo que fiz num tinha ficado a altura da letra que ele escreveu, e não utilizamos ela, daí quando estava juntando as músicas para o CD LO+Fi, faltava uma canção pra fechar e achei que essa letra se encaixava muito bem na nossa proposta. A+B Solo (lê-se A B Solo) e a palavra ABSoluto tem essas três letrinhas A, B, S, que são as siglas que representam o projeto e também as sigla do meu nome.

>>Do que trata a música Super Natural?

ÂBS: Essa foi uma das primeiras que comecei a fazer pra esse material, mas foi a última a ficar pronta, pois demandava mais conhecimento, e aí fui estudar um pouco sobre bruxaria, ocultismo e filosofias orientais, pra não ficar um texto superficial, pois o ser humano é especial em relação a esses assuntos e com certeza é SUPER NATURAL ser assim. Apesar das referências a música não chega a ser sobre um assunto específico, é na verdade uma profusão de coisas.

>>Por que a escolha do reggae como estilo de música para a canção "Não É O Que A Gente Imagina"?

ÂBS: Gosto do reggae, não tenho tanta ligação com o reggae a ponto de me apegar e abraçar qualquer causa que seja, mas a força rítmica é inegável e tão bonita que o som me buscou. Poderia ter escolhido os "repentes" lá do nordeste, mas o reggae chegou a mim primeiro.

>>O que é o selo D.I.Y?

ÂBS: É a sigla para: "Do It Yourself", ou seja, é o nosso "Faça Você Mesmo". Acho que nada representa melhor o LOW-FI que essa expressão e, é sempre um momento de aprendizado com as próprias necessidades e limitações. Criei esse selo como um símbolo, uma marca, nada de bandeiras.

>>E por falar em limitação... Qual seria a maior encontrada por vocês do A+B Solo?

ÂBS: A falta de empatia é um grande limitador com certeza, outra é a falta de espaços culturais sem interesse político.

>>Por que a auto-entrevista?

ÂBS: Pra evitar perguntas de quem não quer saber o que está perguntando.

Obs. Solo A+:
            Seguem as músicas e links:


A+BraçoS



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"Absolutum Est Casualis" 24-10-2014